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O optimismo de Steven Pinker está bem escorado. Contudo, irrita-me. Compro-lhe a livralhada porque se dedica à linguagem, mas em determinado momento aquela joie de vivre deixa-me zonza. Claro que devemos estar melhor que na idade média. Porra. Quem o cita, de quando em vez, é o «nosso» Rui Tavares. 

A fonte do campo grande que serve os passantes, ciganos e taxistas voltou, finalmente à vida. Eia! Eia!

Evito os telejornais. Em especial todas as notícias sobre a Venezuela. Nunca me imaginei a desembirrar com Maduro. Obrigada mundo «civilizado» ou a pata que vos pôs. Vão lá meter-se com a Arábia Saudita, vão...

Nas redes sociopatas apanho pérolas. Aqui há tempos, a deputada e candidata bloquista à Europa do carvão e do aço tuitou (naturalmente estou a rir). Bom, sei que Matias se serviu para cavalgar sobre a cena do género e bla bla bla usando, abusando, do nome da criança morta pela pai. Uma tragédia demasiado viva para servir Matias num pequeno texto confuso e sem ponta por onde se lhe pegasse. Levou tantas de tantos. Matias aguenta-se bem. Ignora e segue viagem. Não tem nada para discutir e Bruxelas espera por ela e os maravedis acumulados com viagens e as formalidades burocratas da e na Arts Loi são o objectivo. Ai que imbejosa, Fátima

Espero sempre pela sexta com entusiamo. Posso ler o António Guerreiro e mais nada.  Por acaso, sou injusta. Leio com o mesmo interesse o Manuel Loff. Mas isso fica em outro dia. Nem o resto do Ipsílon me chama a atenção. Estou mais dedicada à vida na terra e aos programas da Antena 2 que por vezes me surpreendem. Em especial sobre História de Portugal e ainda as escolhas de jovens músicos nascidos na clássica. Um deles privilegiou os Radiohead. Belíssima escolha até porque já não me lembrava de os ouvir. Sublimes.

Análise política breve:

  • a bastonária dos enfermeiros tem um brinco longo que termina com uma pena de pavão. 

  • o Marcelo ainda não apareceu debaixo da minha cama. Creio

  • o Assis perdeu o lugar europeu que vai parar às mãos do ministro sem lábios. Pedro? Não me recordo do apelido

  • Marques Mendes marca os meus domingos. Agora estou a pensar se o pequeno M&M se me aparece aos domingos...

  • Manuela Moura Guedes é um desastre na TV.

  • vejo todos os dias a telenovela da SIC. Tomo nota de alguns diálogos hilariantes.

  • o meu pequeno-almoço não está em conformidade com as normas europeias actuais. Sinto-me, pois, antiga.

  • a nossa gata fala. 

  • já vou no #24 caderno Le Chaos.

  • um dia destes irei viver para a Islândia. 

  • leio que fulano não é a Santa Casa da Misericórdia. Pois não. Nem eu tenho cara de palhaça do circo Chen. 

  • a senhora chinesa Linda é um caso no meio do deserto de classe média de 1700 Lisboa. No outro dia chamou a um cliente fascista quando a palavra certa era racista. Que também acrescentou ao rol de insultos justificados. Like!

  • recebi um pacote humanitário. Podes crer. Ler Quignard não salva, mas ajuda a perceber como se escreve de forma impressionante. Nobel para Quignard. 

  • trato com muita ternura as juntas dos azulejos. Pena é que aquela pasta silicone seja de secagem lenta.

  • vou aos correios, digo, vou ao posto dos correios e no meio daquela confusão a senhora posto dos correios descobre o que espero receber. Imagino por esse país fora o merceeiro da terra a olhar para a carta do tribunal dirigida à senhora Eliete. E sobretudo vejo a senhora Eliete a receber a carta sob o olhar matreiro do outro.

  • Portugal tem muitas pessoas esquisitas e a classe média deixou de frequentar os autocarros que estão destinados ao transporte das mulheres carregadas de sacos. Deve depender das zonas, dos arcos, aros, círculos. 

  • e o Ventura do Chega! Obrigou-me a trocar o chega! por basta!

  • amanhã irei dedicar-me ao mais fácil bolo do universo. 

  • 4 euros custa o Expresso. Tudo me parece caro aqui. 2 euros por um bilhete de autocarro?! 1 pão chega ao euro. 

  • Como se safam as pessoas nas suas vidas?