«Queriam fotografiazinhas do dia a dia?» César M. directamente do céu. 

HOJE ASSUSTEI-ME COMIGO. SENTI-ME SEM PULSO A PULSAR, SEM AR, SEM VER, TROPECEI NO CÃO E CAÍ. NO MEIO DO CHÃO PERCEBI QUE O ESTAVA A VER AINDA MAIS ASSUSTADO QUE EU. SENTADA NO CHÃO DISSE AO CÃO: PORRA, SAI-ME DAQUI. o CÃO JUNTOU-SE AO MEU CORPO E COMEÇOU LENTAMENTE A LAMBER-ME AS MÃOS. DE SEGUIDA FUI COMER UMA BANANA. AO CÃO DEI-LHE BEIJOS SEGUIDINHOS E APERTEI-O MUITO. SAÍ. NO REGRESSO, COMO RECOMPENSA, TIVE UM DISPARATE CANINO À MINHA ESPERA: AÇÚCAR PELO CHÃO, UMA LARANJA ESMIGALHADA, UMA CAMISOLA LAVADA, AGORA SUJA, NO MEIO DO PÁTIO. E PRONTO. PACIENTEMENTE VARRI TUDO, ARRUMEI, ZANGUEI-ME E RI. «o CÃO É BOM AMIGO DO QUE OS QUE SÃO.» ADA DE CASTRO